No início de 1973, a banda britânica Pink Floyd lançou seu 8º álbum, The Dark Side of the Moon, indiscutivelmente o maior disco de Rock já criado.

Roger Waters e capa do disco The Dark Side of the Moon
Desde o seu lançamento, esse álbum passou a ser a pedra angular da cultura do século XX e forneceu grande inspiração para artistas dentro e fora da música. Seu sucesso encorajou outros músicos a explorar estilos musicais mais progressivos e, além disso, elevou o nível de gravação dos próximos álbuns de Rock.
O Pink Floyd atingiu o sucesso financeiro com The Dark Side of the Moon, que passou a ser um dos discos mais vendidos de todos os tempos. Logo após o seu lançamento o álbum alcançou o primeiro lugar na parada da Billboard e acabou permanecendo por 741 semanas consecutivas. Este feito faz com que The Dark Side of the Moon seja um dos 25 mais vendidos de todos os tempos.
Alias, ele perdurou ao longo dos anos porque é um álbum conceitual muito bem escrito e pensado. Um disco totalmente conceitual e suas músicas giram em torno de uma história ou tema. Este é o contraste, pois a maioria dos álbuns de estúdio apresentam apenas uma série de canções, mas que muitas vezes não estão conectadas.
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The Dark Side of the Moon é um álbum para a eternidade
Por ser totalmente conceitual, é lógico que o álbum deu origem a uma série de teorias sobre o que ele poderia significar. A banda até deu explicações parciais para algumas das músicas e também para o álbum, como um todo. No entanto, o Pink Floyd apenas deixou que os ouvintes decidissem, por conta própria, o que eles achavam mais interessante.
Não é apenas por isso que The Dark Side of the Moon é considerado um álbum de sucesso. Suas faixas discutem ideias filosóficas e físicas, mostrando o que pode levar uma pessoa para uma vida insatisfeita e infeliz.
O álbum, certamente, é um conto de advertência dividido em duas partes, sendo que a primeira metade descreve as insatisfações da vida. Esta parte do álbum tem as seguintes faixas:
Speak To Me
Breathe (In the Air)
On The Run
Time
The Great Gig In The Sky
Já a segunda metade do disco tem faixas sobre diferentes ideias e conceitos prejudiciais à sociedade e que até podem levar à loucura. Essas faixas são:
Money
Us and Them
Any Color You Like
Brain Damage
Eclipse
As ideias um tanto quanto filosóficas da segunda metade do álbum, são uma espécie de ode à loucura. Elas também são a principal causa dos problemas mencionados nas primeiras faixas e falam sobre vida plena e a sensação de não realizarmos praticamente nada.
Como uma das vozes no final do álbum afirma:
“There is no dark side of the moon really. Matter of fact it’s all dark.”

Icônica capa do álbum The Dark Side of the Moon
Várias pessoas perguntam o que o título do álbum quer dizer e se o lado escuro da lua é apenas uma metáfora. Com certeza as faixas são uma metáfora para a escuridão, mas também representam ideias diferentes ou as emoções positivas que fazem parte da humanidade. Na verdade, a escuridão citada nesse álbum representa a insanidade. Porém, como na realidade, a luz retratada pela lua é realmente uma ilusão.
O álbum pretende mostrar o lado negro da lua como um conceito sério e, ao mesmo tempo, sugere que qualquer pessoa, pelo menos em algum nível, é totalmente insana ou tem que lidar com a sua loucura interior.
The Dark Side of the Moon é um álbum fantástico e está há 53 anos conquistando novas gerações.
Veja abaixo um Clipe do Pink Floyd
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