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Hoje é aniversário do Tom Holland, o atual Homem-Aranha do cinema, mas quem pode ganhar um novo filme solo é um grande inimigo do Cabeça de Teia.

Desde que a Sony e a Marvel Studios decidiram integrar o Universo Cinematográfico do Homem-Aranha, a empresa japonesa não teve muitos lançamentos de filmes do aracnídeo. Além de Venom, seus outros projetos ainda estão em pré-produção, como Mulher-Aranha, ou foram descartados, como os filmes Gata Negra, Sabre de Prata e Silver & Black, que une as duas personagens. Porém, na maioria dos filmes que serão lançados pela Sony, são os vilões que estão recebendo os holofotes. Com o sucesso de Venom, ficou claro que essa é a direção que a Sony deve tomar com os personagens do Homem-Aranha que ela controla. Uma prova disso é a produção de outro vilão importante do Homem-Aranha nos quadrinhos, estamos falando de Kraven, o Caçador.

Mesmo que o foco nos vilões não tenha sido uma decisão intencional, ele iluminou as infinitas possibilidades e benefícios que essa nova direção pode trazer. Para começar, Venom mostrou que esses filmes podem dar ao público uma chance de conhecer os personagens e porque eles são vilões ou anti-heróis. Compreender suas motivações ajuda a explicar por que esses personagens decidem ser mais violentos, ao lutar contra os inimigos. Por exemplo, ao invés de lançar teias num criminoso, Venom devora os seus cérebros. Da mesma forma, Morbius precisa se alimentar de sangue humano para sobreviver, pois ele é um vampiro.

Esses filmes de vilões nem sempre precisam se concentrar no lado negro dos personagens, basta tentar humanizá-los e torná-los um tanto identificáveis para o público. Eddie Brock, por exemplo, nunca foi o homem mais sortudo, antes de ser o Venom. Mas uma vez que se uniram, os dois sentiram um propósito e usaram isso para proteger inocentes de ameaças como o Riot e o Carnificina. Enquanto Morbius mostra o desejo do ser humano em ter força e longevidade, mas depois o distorce, mostrando como esse desejo pode produzir resultados perigosos.

Para a franquia Homem-Aranha, esses filmes solo permitem que esses personagens se tornem relevantes. A sequência de Venom abre a porta para que personagens semelhantes tenham suas próprias franquias também. Muito parecido com os ícones do terror, esses personagens nefastos podem se tornar conhecidos por serem mais assustadores ou violentos, do que um super-herói comum. Os filmes usam esse ângulo para atrair um público ainda mais amplo. Embora os filmes anteriores do Homem-Aranha apresentassem grandes vilões como Mysterio e Vulture, eles tiveram que dividir a tela com o herói, limitando o crescimento de suas próprias histórias. Mesmo que essa abordagem tenha funcionado para esses personagens foi provado, em Homem-Aranha 3, que vilões como Venom podem ter um grande filme solo.

Com a Sony investindo no crescimento de múltiplas franquias de vilões, suas aparições em futuros filmes do Homem-Aranha podem ter muito mais peso. Em vez de um filme do Homem-Aranha apresentar um novo vilão e muitas vezes matá-lo imediatamente, incorporar esse inimigo em outras franquias pode fazer que ele pareça mais um crossover. Isso também pode eliminar a ameaça desse inimigo ser morto prematuramente, já que agora ele tem sua própria franquia. Isso, lógico, garante uma revanche futura com o Homem-Aranha, gerando mais um filme de sucesso.

Agora que Aaron Taylor-Johnson foi escalado como Kraven, o Caçador, em seu próprio filme solo, a oportunidade da Sony se concentrar inteiramente nas adaptações dos vilões é ainda mais evidente. Esses personagens têm muito potencial para crescer em suas próprias franquias e encontrar mais vilões e heróis que fazem parte da enorme lista de personagens da Marvel. Essa ideia da Sony destacar os vilões em novas produções, permite que ela utilize personagens fantásticos e com visuais até mais interessantes que muito Super-Heróis. Como é o caso do Coringa de Joaquin Phoenix e também do filme Esquadrão Suicida.

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