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A Xiaomi iniciou sua jornada no mercado de smartphone há vários anos e chamou atenção pelas semelhanças com os produtos da Apple, como o iPhone.

A grande diferença certamente foi a acessibilidade dos smartphones Mi mas, mesmo as primeiras versões do MIUI, tinham semelhanças com o iOS da Apple. Por esse motivo, a empresa recebeu o apelido Apple of China. Hoje em dia, as tendências ainda são definidas pela Apple só que não podemos dizer que a Xiaomi está muito atrás da empresa de Cupertino. A Xiaomi possui um conjunto próprio de inovações e um enorme portfólio de produtos, para os mais variados segmentos. Enquanto a Apple continua sendo uma marca para o seu nicho específico de usuários, a Xiaomi tenta capturar a maior quantidade de usuários Android que puder. Aparentemente, a Xiaomi quer ameaçar tanto a Apple, como a Samsung e por isso o fundador da empresa, Lei Jun, declarou uma guerra de vida ou morte contra as duas empresas.

O presidente da Xiaomi publicou uma mensagem na rede social chinesa, Weibo, que a empresa se concentrará especificamente no segmento de ponta do mercado global de smartphones. O objetivo é rivalizar diretamente com a Apple e a Samsung, tentando preencher o vazio deixado pela Huawei. Se você ainda se lembra, a Huawei foi a única empresa que deixou a Apple para trás e chegou perto de se tornar a maior fabricante de smartphones do mundo. A empresa era a maior fornecedora de smartphones da China, mas após uma proibição dos EUA a Huawei recuou várias casas. A empresa ainda está viva, mas é apenas uma sombra dos seus dias gloriosos.

Por isso existe uma corrida entre empresas chinesas, para ver qual delas se tornará a nova Huawei. Para que isso aconteça, elas precisarão superar a Apple e, eventualmente, precisarão superar a Samsung. Lei Jun afirma que o principal objetivo da Xiaomi agora é fabricar o maior e melhor smartphone do mundo. Ele acredita que a empresa pode atingir esse objetivo em três anos e isso significa que, até 2025, a Xiaomi quer estar além da Samsung e da Apple, dominando o mercado.

“Nosso objetivo é comparar totalmente a Apple em termos de produto e experiência e nos tornar a maior marca de ponta da China, nos próximos três anos”, acrescentou Lei Jun. Ele passou a descrever a concorrência com a Apple, no segmento de smartphones de última geração, como “uma guerra de vida ou morte que a Xiaomi deve superar”.

Na verdade, a Apple agora domina o mercado de smartphones. No quarto trimestre de 2021, a empresa surpreendentemente ultrapassou a Vivo, empresa chinesa de smartphones, para se tornar a principal marca na China. Essa foi uma conquista sem precedentes para a empresa, que tem sede em Cupertino. Afinal, a Apple ficou atrás das marcas chinesas apenas por seis anos. Ao mesmo tempo, a Apple tornou-se a principal fornecedora de smartphones do mundo e o iPhone 13 e também o iPhone SE foram responsáveis ​​por esse crescimento. Agora, a marca pode até ir além, com o lançamento do iPhone SE+ 5G, que será o smartphone mais barato da marca, com conectividade 5G.

A Xiaomi precisou se adaptar e lidar com os problemas na cadeia de suprimentos que assolaram as marcas de smartphones, em 2020 e 2021. Isso certamente prejudicou a expansão da empresa, só que no segundo trimestre de 2021, a Xiaomi conseguiu superar as vendas do iPhone, pelo menos na China.

De acordo com o relatório, a Xiaomi quer atrair mais clientes, distinguindo-se de outros smartphones com Android produzidos na China. A empresa vai focar na experiência do usuário, certamente algo que faz os iPhones se destacarem da concorrência. Para isso, a Xiaomi pretende abrir cerca de 20.000 novas lojas de varejo, na China, nos próximos três anos. Além disso, investirá quase US$ 16 bilhões em pesquisa e desenvolvimento nos próximos cinco anos.

A Xiaomi revelou recentemente sua série Xiaomi 12 e a série Redmi Note 11. Estes dispositivos são apenas o início de um ano que promete ser bastante importante para a fabricante chinesa. A empresa chegou a afirmar que o Xiaomi 12 é um concorrente do iPhone 13.

Se é uma questão de vida ou morte, a marca precisa cumprir a sua promessa. Mas isso, só o tempo dirá.

Artigo: Hugo Machado

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