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As Casas Conectadas já são uma realidade, graças à chegada de assistentes virtuais como a Siri e Alexa. Observe os diferentes itens espalhados em sua casa. Chaleira, aspirador de pó, lâmpadas e Echo Dots são dispositivos que podem se tornar o futuro negócio inovador de alguma empresa. Estamos acostumados a viver com mais facilidade agora e dispostos a esquecer os vestígios de um passado recente. Muito já foi dito sobre a Internet das coisas (IoT), mas nem todas as empresas entendem como usar adequadamente suas habilidades para uma comunicação com os seus clientes. Atualmente, a IoT é utilizada, por exemplo, no setor industrial, bem como em infraestruturas que formam o conceito de Cidade Inteligente, com câmeras de vigilância, sensores de consumo de energia ou calor e outros serviços que utilizam a Internet das Coisas. Essa nova realidade fez com que os dispositivos inteligentes crescessem rapidamente em popularidade.

A ideia de conectar os objetos físicos do mundo tecnológico com a Web surgiu em 1982 e está associada à Coca-Cola. A empresa criou a primeira máquina de venda automática, com acesso à Web, para vender suas bebidas e criou uma nova experiência para o consumidor. A máquina transmitia dados sobre o estado, a quantidade de latas, a temperatura e outros detalhes para a empresa

Em 1999, um grupo de engenheiros do MIT começou a desenvolver um projeto para automatizar a linha de produção da Procter & Gamble. Esses relatórios usaram pela primeira vez o termo Internet das Coisas, que ainda é usado até hoje. A IoT permite rastrear e monitorar o status de objetos, que estão na rede, remotamente. É fácil integrar o mundo físico em um sistema de computador com esse propósito e incluir automação em processos de produção, robótica, tecnologias integradas em terminais de pagamento e caixas eletrônicos.

A IoT está também associada ao conceito de Casa Inteligente, que possibilita garantir a segurança e economia de recursos para os consumidores, por meio da introdução de sistemas automatizados e do uso de sensores especiais, como códigos NFC ou QR, possibilitando que um smartphone ou aplicativo móvel possa interagir com dispositivos físicos. Ao mesmo tempo, a precisão da coleta de dados está constantemente sendo melhorada e o desenvolvimento dessas novas tecnologias traz muitos benefícios econômicos.

A IoT em B2C é utilizada na tecnologia vestível (wearables) e está presente em casas inteligentes, roupas inteligentes, Smart TVs e diferentes dispositivos inteligentes como o Echo Show. A IoT em B2B aparece em drones, cidades inteligentes, empregos inteligentes, redes inteligentes, fábricas inteligentes, Internet das Coisas Industrial (IIoT), marketing de geolocalização, incluindo armazéns inteligentes e muitos outros segmentos. Os profissionais de marketing não devem deixar de lado a IoT, pois é um novo canal de comunicação com o público e a forma de coleta de dados do usuário é um novo segmento na comunicação.

As empresas que forem as primeiras a apresentar soluções inteligentes e inovadoras ganharão a confiança dos clientes e uma alta demanda por produtos e serviços. Isso se aplica não apenas ao B2C, mas também ao mercado B2B. A propaganda se tornará mais sábia, mais relevante e mais pessoal com o aumento dessas vias de comunicação.

Incluirá não apenas números de telefone, e-mails, mídias sociais, mas também os próprios produtos que os consumidores utilizarão. Você já imaginou se comunicar com um cliente pela geladeira? Ou através do painel de controle do carro? Ou através de uma TV ou máquina de lavar?

Isso será possível com a automatização de procedimentos de marketing e criação de novas rotinas. A tecnologia inteligente coleta dados, para que você não precise mais realizar muitas operações analíticas e esta função é especialmente relevante para comunicações no varejo. Existem soluções inovadoras integradas a produtos que permitem que você receba um fluxo constante de dados: como o consumidor interage com um produto, quais funções ele usa e com base nessas percepções, mudar o produto, tornando-o mais atraente.

Uma câmera comum instalada na loja e equipada com tecnologia para reconhecer gestos ou emoções, pode processar dados recebidos e criar informações mais precisas e rápidas sobre o comportamento do consumidor. Por exemplo, a Intel Retail Sensor Platform usa um sistema analítico especial baseado em etiquetas RFID, que são colocadas em produtos vendidos na loja, câmeras, monitores interativos e sinalização digital. O sistema analisa as ações dos clientes, determina retratos e, com base nos dados recebidos, faz uma oferta personalizada.

Você pega uma camisa nas mãos e a tela ao lado já oferece a opção de comprar uma gravata. Usar a IoT é uma ótima maneira de atualizar os negócios e os dados provenientes dos dispositivos fornecem novas alavancas de influência nessa base de consumidores. A introdução de soluções inovadoras está agora em fase inicial e no futuro irão encontrar cada vez mais oportunidades de aplicação, transformando os processos tradicionais de marketing e atraindo consumidores e fabricantes.

A empresa Host Marketing Digital criou o Skill do MobDica, que informa aos consumidores todos os artigos, recentes, publicados no site. Essa interação já é uma forma de IoT, de acordo com a empresa. A tendência é que esses Skills evoluam com novas funções e interajam ainda mais com os consumidores.

A Internet das Coisa já chegou ao marketing e o futuro da comunicação nunca mais será o mesmo.



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