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O Google está adicionando dados de qualidade do ar nos seus monitores inteligentes Nest Hub. Embora o novo recurso ainda esteja disponível apenas em alguns locais dos EUA, ele dará aos usuários uma ideia de quanto risco eles podem enfrentar com a fumaça e a poluição nas áreas próximas ao dispositivo.

O Google informou que vai lançar o novo recurso já nas próximas semanas e esperamos que ele chegue logo ao Brasil. Uma imagem com o Índice de Qualidade do ar aparecerá no widget do relógio e clima na tela principal do Nest Hub. Qualquer pessoa que não quiser ver o selo poderá cancelar em configurações

Os dados são da Agência de Proteção Ambiental Americana, que classifica a qualidade do ar em uma escala de zero a 500, sendo zero a melhor qualidade do ar. Ela também codifica por cores suas classificações, em categorias que variam de qualidade do ar boa à perigosa.

A Agência calcula o risco avaliando cinco poluentes principais: monóxido de carbono, dióxido de enxofre, dióxido de nitrogênio, poluição atmosférica e poluição por partículas, que inclui fuligem e fumaça. A fumaça dos incêndios florestais violentos no oeste dos Estados Unidos se espalhou por todo o país no mês passado. O estado de Nova York emitiu um alerta de saúde em julho, quando a fumaça chegou em Oregon, a milhares de quilômetros de distância.

Em locais onde o novo recurso de qualidade do ar do Google está disponível, o Nest Hub emite um alerta quando a poluição atinge um nível prejudicial ou chega a um nível prejudicial para grupos sensíveis. O Nest Hub também responderá ao comando de voz: “Qual é a qualidade do ar perto de mim?”

Os dados de qualidade do ar da Agência são fáceis de acessar, mesmo se você não tiver um Nest Hub ou se os seus novos recursos ainda não estiverem disponíveis em sua área. O site AirNow da Agência permite que os usuários conectem sua localização para obter uma classificação da qualidade do ar para aquela área. Há também o Mapa de Fogo e Fumaça, que tem visualizações bem eficientes de até onde a fumaça do fogo florestal chega.

Embora a Agência de Proteção Ambiental Americana tenha uma rede de milhares de sensores de qualidade do ar em todo o país, nem sempre consegue captar tudo. Os sensores são caros para implantar e precisam ser espalhados longe uns dos outros, o que faz com que as análises percam as concentrações mais altas de poluição em algumas áreas. Infelizmente esse recurso é algo cada vez mais necessário em nosso mundo, onde os grandes incêndios acontecem por causa da destruição do meio ambiente e do aquecimento global. A humanidade precisa acordar, urgentemente, para evitar esses dois problemas.

Artigo: Hugo Machado


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