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O diretor James Gunn já falou que os fãs não devem pular a dança de abertura da série Pacificador, da HBO Max, uma das melhores aberturas dos últimos anos.

Quando assisti o primeiro episódio da série Pacificador, da HBO Max, já percebi o perfil totalmente sarcástico dos personagens que acompanham esse anti-herói da DC Comics, que foi criado pela Charlton Comics e pelos artistas Joe Gill e Pat Boyette, em 1966. Nos quadrinhos o Pacificador tem uma doença mental, causada por traumas extremos e uma sensação de culpa, já que o seu pai é um extremista que foi comandante nazista no campo de concentração.

Para que você tenha uma ideia melhor sobre o perfil do Pacificador, o próprio John Cena descreve o personagem como um Capitão América idiota. Semelhante ao personagem do filme Esquadrão Suicida 2, o Pacificador é sarcástico e absurdo da melhor maneira possível, algo que fica bem aparente na sequência de abertura da série, que mostra todo o elenco dançando roboticamente e de maneira ridícula ao som de Do Ya Wanna Taste It, do Wig Wam, mantendo expressões sérias e totalmente sem emoção. Gunn disse que a intenção desse número de dança, que ele escreveu no roteiro, era subverter as expectativas sobre a série. Embora a HBO Max ofereça a opção de pular a introdução de 90″, presente em cada episódio, Gunn pede para que você não faça isso.

Durante um debate no Podly: The Peacemaker Podcast, Gunn falou sobre a contratação da coreógrafa Charissa Barton que ajudou a projetar algo muito estranho e adorável para o número de dança da abertura da série. De acordo com o diretor a dança na abertura de Pacificador, que parece ser ridícula, conta uma história mais profunda e sombria a cada episódio da série. Leia abaixo o que Gunn disse sobre o significado oculto por trás da coreografia de Barton:

“Uma das coisas divertidas que você verá enquanto assiste aos episódios da série é que [os créditos de abertura] desempenham um papel diferente em cada episódio… Eu sei que as pessoas poderão pular isso – mas espero que não – porque ela tem um papel diferente em cada [episódio]. Ela sempre conta uma história diferente. Você verá como nossa história fica mais sombria, mais profunda e mais triste, com a dança em si se tornando mais triste, mais séria e menos engraçada. Então é interessante ver dessa forma.”

No final de O Esquadrão Suicida 2 o Pacificador traiu a Força-Tarefa X, matando Rick Flag e aparentemente se consolidando como o patriota perverso e vilão, que foi sugerido desde o início. A cena pós-créditos do filme revelou que o Pacificador havia sobrevivido à guerra de Corto Maltese e que isso foi necessário para ajudar a salvar a porra do mundo, como ele mesmo disse. Apesar de sua afirmação anterior de que mataria inúmeros homens, mulheres e crianças pela paz, a série o torna um personagem mais simpático e conflituoso, em seus três primeiros episódios. Desde o seu pai fanático e abusivo, a um desejo de aceitação, está claro que há mais em Christopher Smith do que pensamos.

Como a primeira série live-action do DCEU, a estrear na HBO Max, Pacificador abrirá o caminho para um amplo universo da DC. No topo está o filme da Batgirl, Gotham PD e as séries do Pinguim, com Gunn insinuando que surgirão mais spinoffs do Esquadrão Suicida/Pacificador, que provavelmente conheceremos no episódio final dessa série. Números de dança, companheiro de uma águia careca, trilha sonora com rock clássico e comentários surpreendentes, fazem com que Pacificador já receba elogios, justamente por ser um tipo diferente de série baseada nos quadrinhos.

Portanto, como essa dança interpretativa na abertura estará em constante evolução, isso não é algo que os fãs queiram pular. Pacificador está disponível na HBO Max

Artigo: Hugo Machado

Veja o Teaser Trailer abaixo.


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